A formação do músico católico é fundamental e a pedra principal é sua obediência e concordância litúrgica.

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quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Sugestões para a celebração da Missa com crianças

O objetivo da Missa com crianças é o de conduzi-las a uma participação ativa, consciente, comunitária, piedosa, interna e externa na celebração. No sentido de atingir este objetivo, apresentamos algumas sugestões muito concretas.

OS MINISTÉRIOS

Se na Missa com adultos já se recomenda o desempenho de alguns ministérios pelas crianças, aqui mais claramente aparece como evidente esta participação ministerial.
(A) Notem-se alguns destes ministérios:

- preparar o altar;
- cantar;
- tocar instrumentos musicais;
- proclamar as leituras;
- dialogar na homilia (se convocados);
- oferecer os dons no ofertório;
- etc..

O padre que preside à Missa com crianças (não para as crianças) dever ter qualidades especiais e dominar alguns princípios de psicologia pastoral:

- o seu modo de atuar e de falar deve ser digno, claro e simples,
- criando um clima de festa, fraternidade e meditação,
- tornando inteligível a sua linguagem,
- e adaptando as orações e comentários (sem infantilismos).

CANTO E MÚSICA

Entre os diversos cantos da missa dê-se prioridade às aclamações, sobretudo as da Oração Eucarística. Os cânticos de outros momentos da celebração devem ser igualmente breves, com qualidade (em letra e música). Os cantos do Glória, Credo, Santo e Cordeiro podem ser ter uma letra adaptada e adequada.
Pode ainda utilizar-se a música instrumental e o uso de instrumentos, sobretudo se tocados pelas próprias crianças (em ordem à participação ativa e interna.

GESTOS, MOVIMENTO E IMAGENS

Devem-se fomentar os gestos, o movimento e a criatividade visual nas Missas com crianças, a partir de duas razões fundamentais: 1) a natureza própria da Liturgia, que é “ação do homem todo” e não só da inteligência e da vontade: a Liturgia usa por natureza que lhe é própria os sinais e os gestos simbólicos; 2) a psicologia das crianças que, mais que os adultos, sabem e necessitam de expressarem-se com gestos, movimentos e imagens.
Haverá que fazer uma Catequese sobre os gestos e sinais clássicos da celebração eucarística, como a fração do pão, a utilização do pão e do vinho, os gestos das mãos, etc..
No que toca a movimentação deve ser observada assinala a importância da participação das crianças na procissão de entrada, na procissão do evangelho, na procissão do ofertório e na procissão para a comunhão.
A Liturgia não deverá nunca aparecer como algo árido e puramente conceitual. Assim, e porque a Liturgia afeta todos os sentidos e ainda que prevaleça a Palavra ouvida e proclamada, devemos abrir a porta da criatividade visual. Ao longo do Ano Litúrgico, podem e devem valorizar-se os símbolos, sinais, ornamentos e cores próprias de cada tempo.
Devemos reconhecer ainda a utilidade do uso de imagens preparadas para ilustrar a homilia, a mensagem central das leituras, ou as intenções da Oração dos Fiéis. Neste âmbito parecem legitimar-se também o uso de diapositivos e imagens de vídeo, desde que devidamente contextualizadas e integradoras na celebração e não substituam ou diminuam a importância da Palavra.

A PALAVRA DE DEUS

A Palavra de Deus não se proclama para entreter, ou como relato piedoso ou como catequese sistemática. É “celebrada”, com atitude de fé, com canto, com meditação, com a consciência de que Deus nos fala hoje e aqui. Não se trata de nos colocarmos diante da Palavra como diante duma lição ou tema de estudo, mas diante uma Pessoa que nos fala, que tem tempo para nós, que nos interpela e nos anuncia o Seu amor e o Seu plano de salvação.
É com este objetivo final que se pode permitir e sugerir algumas adaptações:

- a redução do número de leituras: podem suprimir-se uma ou duas leituras, mas nunca o Evangelho (e nunca suprimir as duas primeiras por hábito ou sistema);
- a substituição das leituras do “dia” respectivo por outras que pareçam mais convenientes num momento determinado (desde que não seja Domingo ou Festa de Guarda);
- a recusa da tentação de adotar sempre leituras breves (um texto breve nem sempre é o mais inteligível). O princípio seria: “tudo depende do proveito espiritual que a leitura possa proporcionar-lhes”;
- a recusa da tentação de paralela e simultaneamente ir explicando o texto bíblico (há o perigo da confusão entre o que diz a Palavra e o que dizemos nós; para superar esta dificuldade usem-se traduções pedagogicamente preparadas e adaptadas).

No canto entre as leituras, permitem-se também algumas adaptações:

- no caso do salmo, escolha-se salmo e melodia simples, mas que seja de verdade um salmo e não um canto qualquer; que se cante pelo menos o refrão e que seja ressonância do tema central da primeira leitura escolhida; no caso de ser impossível encontrar nenhum salmo ou refrão, pode cantar-se outro canto a como salmo, mas com intenção (melódica e textual) de aprofundar o tema da leitura anterior;
- sugere-se o canto do “Aleluia com versículo” (embora nos pareça legítimo suprimir o versículo já que o Aleluia é canto de aclamação e não de meditação);
- sugere-se que, uma vez por outra, depois da primeira leitura se siga um momento de silêncio;
- sugere-se ainda que se prepare um canto adequado para depois da homilia. 

A Palavra de Deus não atua sempre automaticamente. É preciso “ajudar” a Palavra (como se pode inferir da parábola do semeador). O Missal oferece alguns recursos (pedagógicos) para a Missa com crianças:
- o comentário antes da proclamação da leitura (a modo de apresentação e ambientação);
- a leitura “dialogada”.

Outras ajudas pedagógicas podem ser:

- o cuidar do lugar da proclamação (o ambão e o livro);
- a procissão para o Evangelho;
- uma boa proclamação: preparada, serena, expressiva;
- uma encenação: sóbria, que não necessite demasiada preparação nem aparato;
- a meditação (e/ou homilia) com imagens que ajudem à compreensão da leitura;

A Homilia não deve faltar nunca na Missa com crianças. Uma nota apenas: a homilia, na Missa com crianças pode ser dialogada.

AS GRANDES ATITUDES DA EUCARISTIA

A iniciação eucarística supõe a introdução às grandes atitudes que constituem o conteúdo da Eucaristia e que são:

a) REUNIMO-NOS com outros para celebrar;

b) ESCUTAMOS A PALAVRA que Deus nos dirige;

c) DAMOS GRAÇAS e bendizemos a Deus;

d) RECORDAMOS E OFERECEMOS o sacrifício de Cristo na cruz (a Eucaristia é memorial da Morte Pascal de Cristo. As crianças sabem o que é oferecer, e podem passar, com a oportuna orientação, do terreno familiar e social ao eucarístico);

e) COMEMOS E BEBEMOS juntos a Eucaristia;

f) DESPEDIMO-NOS mais comprometidos com Cristo e com os outros.
Em síntese, a meta da educação eucarística não é para a sua Missa, mas para a Missa da Comunidade e a pertença à Igreja. Esta educação será progressiva e abarcará o ambiente (mais amável, mais acolhedor, próximo, festivo), a pessoa do presidente, a linguagem das orações, a valorização do audiovisual. Esta adaptação psicológica suporá uma simplificação de alguns elementos (reduzir leituras, omitir algum rito de entrada, etc.,); e, sobretudo buscará uma participação mais ativa (na homilia, nas aclamações, no canto e nos ministérios...).

PARA SABER MAIS

- LLIGADAS, Josep — La Eucaristia com los niños, CPL, Barcelona 1993.

- LOZANO, Isidro e ANDIÓN, Juan — Celebraciones com niños, editorial CCS, Madrid, 1996.

- ALDAZÁBAL, José — Celebrar la Eucaristía con niños, Dossier CPL 20, Barcelona, 1997

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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

A CNBB deve proibir alguns CD's

Estou chamando a atenção dos que escrevem e cantam canções religiosas, para o perigo de ensinarem doutrinas imprecisas ou erradas.

Acho que posso e devo fazer isso. Depois de 35 anos cantando a fé, e depois de ouvir milhares de irmãos na fé a dizer que se inspiraram no meu trabalho, penso que seja meu dever vir a público para pedir aos cantores e compositores de música católica que tomem cuidado com o que dizem. Ninguém é tão culto que não precise ser corrigido. É sinal de amor à Igreja aceitar que outros nos ajudem a pensar a fé.

Conto um segredo que nem todos sabem. Nunca publico minhas canções sem antes deixar que ao menos três especialistas em Bíblia, dogma ou catequese opinem. Pergunto sempre se tal expressão não trairia alguma doutrina da Igreja. Talvez isso explique porque tantas pessoas admirem o conteúdo das minhas mensagens. Eu me deixo corrigir antes.

Espanta-me ver que compositores sem nenhum curso de teologia ou catequese teimem em publicar sem ouvir os outros. Para mim é falta de humildade. Destaco dos CDs religiosos que tenho comigo e do que já ouvi no rádio católico algumas frases heréticas que seria bom a CNBB proibir para o bem da fé católica:

  1. Jesus que és o nosso grande pai.
  2. Ó Maria, teu nascimento nos trouxe a salvação.
  3. Está morto naquela cruz eterna.
  4. Eu oro ao menino Jesus.
  5. Voltarei a viver neste mundo.
  6. Tenho mil pecados originais.
  7. Como disse São Matias no seu evangelho.
  8. Com seu manto apagou meu pecado.
  9. Estou salvo, jamais pecarei.
  10. Santa hóstia que esconde a trindade.

Uma comissão de catequistas deveria rever todas as canções gravadas nos últimos trinta anos e corrigir aqueles erros. Há canções ensinando um catolicismo errado. Sou compositor e aceito que comecem pelas minhas mais de 1000 canções. Que os outros façam o mesmo.

Fonte: Padre Zezinho, scj

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terça-feira, 16 de setembro de 2014

Festas de São João Paulo II e São João XXIII foram acrescentadas ao Calendário Litúrgico Universal

O site ACI/EWTN Noticias informou na última quinta-feira (11/09/14) que a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos emitiu o decreto que estabelece como Festas Litúrgicas de São João XIII e São João Paulo II os dias 11 e 22 de outubro, respectivamente, acrescentando ambas celebrações ao Calendário Universal da Igreja.

Assim informou nesta quinta-feira o jornal oficioso da Santa Sé, o L’Osservatore Romano. O decreto assinala que “tendo em conta os numerosos pedidos de diferentes partes do mundo, o Papa Francisco dispôs que as celebrações das festas litúrgicas dos Santos Papa João XXIII e João Paulo II, sejam inscritas no Calendário Romano geral, a primeira no 11 e a segunda no 22 de outubro, com o grau de cor facultativa”.

O decreto foi publicado em latim e italiano, e regula o culto reservado a ambos os santos. Do mesmo modo, foram publicados os textos litúrgicos para a Missa em honra a São João XXIII. Os textos para a celebração de São João Paulo II foram publicados no L’Osservatore dos dias 11-12 de abril de 2011.

Ambos os pontífices foram canonizados pelo Papa Francisco em 27 de abril de 2014 em uma multitudinária cerimônia à qual compareceram quase 800.000 pessoas, que encheram a Praça de São Pedro e seus arredores.

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Ativismo religioso

O ativismo acaba em estresse. É um desrespeito ao 5º mandamento ou ao cuidado com a saúde. Hoje, queremos refletir sobre o ativismo pastoral daquelas pessoas que trabalham nas paróquias, comunidades, dioceses e estão na animação das pastorais, ou seja, dos trabalhos eclesiais, apostólicos, missionários. 

Ativismo não significa só excesso de trabalho, mas fazer as coisas de coração contrariado, murmurando, reclamando e pior ainda: para aparecer, agradar a autoridade, cumprir a lei e até para a autopromoção. Outro lado do ativismo pastoral é a incoerência entre o que se diz e o que se faz. Leva-se uma vida dupla, numa “personalidade dupla” e isso é desgaste de energia e fonte de fadiga. 

Quem sofre o mal do ativismo, pode até não trabalhar muito, mas não reza, não estuda, não descansa, porque o trabalho virou escapismo, fuga de problemas não resolvidos. Cai-se num círculo vicioso: “Enche-se de trabalho e não se tem tempo para o cultivo espiritual e humano”. O ativista esquece que o valor e a grandeza da vida não está naquilo que se faz, mas naquilo que se é. Quem faz muitas obras para o Senhor e acaba esquecendo o próprio Senhor por causa das muitas obras, está equivocado. Quem se apega às obras, espera elogios, gratificações e resultados e geralmente não sabe dar seu lugar a outros. 

O ativismo é resultado do perfeccionismo. É próprio do perfeccionista ter a tendência a ficar insatisfeito e incomodado com o que faz. Sob o comando do ativismo a pastoral vira profissionalismo, a gratuidade é substituída pela gratificação. O povo procura o pastor e encontra um profissional. O pastor ou o agente de pastoral virou burocrata. 

Os efeitos do ativismo são muito negativos: irritabilidade, desgaste, esgotamento, isolamento, doenças, “impaciência apostólica”, queima-se as pessoas com facilidade e freqüência. O ativismo é alimentado por determinadas afeições: desejo de aparecer, competição, rendimento, sucesso. O ativista peca pela pressa, vive sob a pressão do tempo e sob a sensação de urgência que é a “tirania do urgente”. Sobrecarga-se de responsabilidades e da ambição do sucesso, fazendo do ativismo uma patologia. O remédio e cura são: oração, lazer, amizades boas, mudar o estilo competitivo, perfeccionista e apressado, observar o 5° mandamento e o convite de Jesus: “Vinde à parte para um lugar deserto e descansai” (Mc 6,31). 

O ativismo é uma patologia de nossa cultura, é uma espécie de narcisismo, ou seja, exaltação de si para obter atenção, afeto e valorização de si. Privilegia-se o fazer e o ter em detrimento do ser. O acúmulo de trabalho é uma espécie de narcótico que leva à fuga e ao prejuízo de outros valores. O ativista é um fugitivo de si e um desertor de Deus. O que o ativista constrói com uma mão, destrói com a outra. Numa sociedade competitiva e consumista o ativismo é uma doença cultural que se manifesta no infarto, agressividade, depressão, estresse e falta de tempo, de meditação, de silêncio e de escuta. É um comportamento contra a vida. 

Dom Orlando Brandes
Arcebispo de Londrina (PR)

fonte: CNBB
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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Nossa Senhora das Dores

Trata-se de uma devoção muito antiga, na qual Nossa Senhora é venerada enquanto tenha sido traspassada, no alto do Calvário, por uma espada de dor, à vista da Paixão e Morte de seu Divino Filho. Ela se uniu perfeitissimamente ao sacrifício do Redentor, pelo que mereceu ser chamada por muitos santos e teólogos Corredentora do gênero humano.

Sete dores


O culto à Mater Dolorosa iniciou-se em 1221, no Mosteiro de Schönau, na Germânia. Em 1239, a sua veneração no dia 15 de Setembro teve início em Florença, na Itália, pela Ordem dos Servos de Maria (Ordem Servita). Deve o seu nome às Sete Dores da Virgem Maria:
  1. A profecia de Simeão sobre Jesus (Lucas, 2, 34-35)
  2. A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus, 2, 13-21);
  3. O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas, 2, 41-51);
  4. O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas, 23, 27-31);
  5. Maria observando o sofrimento e morte de Jesus na Cruz - Stabat Mater (João, 19, 25-27);
  6. Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz (Mateus, 27, 55-61);
  7. Maria observa o corpo do filho a ser depositado no Santo Sepulcro (Lucas, 23, 55-56).
Iconografia
Nossa Senhora das Dores surge representada sendo ferida por sete espadas no seu coração imaculado (algumas vezes uma só espada), dado ter sido trespassada por uma espada de dor, quando da Paixão e Morte de seu Filho, unindo-se ao seu sacrifício enquanto redentor e sendo por isso chamada pelos teólogos de Corredentora do Género Humano. É também seu símbolo o Rosário das Lágrimas (ou Terço das Lágrimas), com 49 contas brancas divididas em sete partes de sete contas cada. Aparece também frequentemente representada com uma expressão dolorida diante da Cruz, contemplando o filho morto (donde nasceu o hino medieval Stabat Mater), ou então segurando Jesus morto nos braços, após o seu descimento da Cruz (dando assim origem à temática das Pietà).



Stabat Mater (Marco Frisina -cd Vergine Madre)
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Músicas para a Missa do 25° Domingo do Tempo Comum - Ano A

I semana do Saltério
Ide vós também para a minha vinha.
cor verde

Entrada: A alegria (cd Louvemos o Senhor Volume 1-2)

Ato Penitencial: Senhor, tende piedade de nós IV (cd Ordinário da Missa - Partes fixas)

Glória: Hino de Louvor VI -LETRA APROVADA PELA CNBB- (cd Ordinário da Missa - Partes fixas)

Salmo Responsorial: Salmo 144(145) (Comunidade Canção Nova cd Entoai Salmos - Cantai ao Senhor Deus uma Canção Nova)

Aclamação ao Evangelho: Aclamação ao Evangelho -faixa 17 (cd Liturgia 07 Tempo comum ano A - 20º ao 34º DTC)

Ofertório: Ofertas singelas (Silvino A. Turco)

Santo: Santo é o Senhor (cd Hinário - ABC Litúrgico - Vol.5)

Aclamação Memorial: Anunciamos Senhor (Aclamação Memorial 43° Concurso)

Amém: Amém (Doxologia) 

Abraço da Paz: Shalom para ti (Fernando Ronualdo)

Cordeiro de Deus: Cordeiro de Deus VI (cd Ordinário da Missa - Partes fixas)

Comunhão:
Deus te chama (Adrielle Lopes -cd Perseverar)

Ó Pai, somos nós esta vinha (cd Liturgia 07 Tempo comum ano A - 20º ao 34º DTC)

Final: A Bíblia é comunicação (cd Santa Missa -Acolhendo a Palavra)


Considerações:
  1. Glória: essa letra do Glória foi aprovada pela CNBB, embora não seja o Hino de Louvor.
  2. Aclamação ao Evangelho: o versículo entre os "Aleluias" deve ser o do dia, não o da música.
  3. Santo: a letra contém palavras que não estão na oração do Sanctus, porém é fácil a adaptação da oração original.
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