A formação do músico católico é fundamental e a pedra principal é sua obediência e concordância litúrgica.
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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

TEMPO DO NATAL

O nascimento do sol invencível, o Emanuel – “A palavra se fez carne e habitou entre nós” (Jo 1,14).

Neste tempo Deus envia seu filho primogênito para se tornar humano e por meio dele nos divinizar, por isso a salvação entra definitivamente na história humana. Cristo é nosso sol invencível, e onde havia trevas se encontra a luz, por que ele venceu as trevas e sua luz brilhou na noite escura.

Esta é a festa do amor, da compaixão e fraternidade, Deus nos devolve o paraíso na encarnação do verbo de Deus. Jesus é verbo e não substantivo é Ele quem dá a ação de fazermos acolher o outro como irmão é o rosto de Jesus transfigurado no irmão, nascemos todos para uma nova vida.

Temos vários símbolos que expressam o mistério que celebramos:
  • Luzes;
  • Sinos;
  • O branco;
  • Flores;
  • Incensos.
Mas o importante mesmo é a Eucaristia, e o Mistério Pascal que a envolve, a Palavra se fez carne e habitou entre nós, onde havia trevas agora é luz “Resplandeceu a luz sobre nós porque nasceu Cristo o Salvador...”

É o ciclo de celebrações dos mistérios da manifestação de Deus como Messias e Salvador. Todas as festas deste período, que vai até o Batismo do Senhor, devem ser consideradas sob esse aspecto: Natal, comemoração do Nascimento de Jesus Cristo, Sagrada Família, Oitava do Natal-Solenidade de Maria, Mãe de Deus, Epifania e Batismo do Senhor.

O tempo do Natal se prolonga até a Epifania (Manifestação do Senhor) (entre 2 e 8 de janeiro), concentrada na adoração dos magos: Também é chamada “Festa da Luz”, por ser uma contemplação do Cristo como luz das nações.

A festa do Batismo (domingo após a Epifania), encerra o ciclo do Natal: “Este é meu Filho muito amado. Ouvi-o!”(Mt 3,17), lembrando sempre que os cantos devem expressar o mistério celebrado.

Epifania e Batismo do Senhor realçam a dimensão missionária da Igreja. Deus nasce e se manifesta no mundo. Os cantos devem ser escolhidos de acordo com esta compreensão. Assim, os cantos assinalados para Natal também servem para as festas da Sagrada Família, Oitava de Natal-Mãe de Deus, Epifania e Batismo do Senhor. Cuide-se, porém, que não seja tudo do Natal, mas que enfoque também o que é característico das diversas festas da manifestação.

Os cantos devem inspirar nas sagradas escrituras, dizer sobre a liturgia do natal, estar de acordo com o momento ritual celebrado. Temos um canto que durante o advento foi retirado pela sobriedade da liturgia, mas agora volta com grande importância o “Gloria”, Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por ele amado..., canto dos anjos na noite santa de natal, levem a boa notícia pois nasceu para nós o Salvador, o Deus conosco, Emanuel.

Os cantos devem trazer a tona à luz radiante de Cristo na noite escura, falar sobre o acontecido, “nasceu-nos hoje um menino e um filho nos foi doado...”.

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