A formação do músico católico é fundamental e a pedra principal é sua obediência e concordância litúrgica.
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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

CONVERTEI-VOS, O CONVITE DE JESUS

O convite de Jesus

O Espírito impele Jesus para o deserto.[1]  “13 Aí esteve quarenta dias. Foi tentado pelo demônio e esteve em companhia dos animais selvagens. E os anjos o serviam” (Mc 1,13).   Ali é tentado e posto à prova por Satanás, como o povo de Israel foi testado antes dele. Como nós também somos testados todos os dias. A diferença é a reação nossa e a dele.
Consciência boa - Que aconteceu com Jesus? Teve a proteção de Deus. Os anjos o serviram. A nós também eles servem? A nós também. O Espírito protetor está conosco, exatamente como estava com Jesus. A consequência para Jesus? Jesus suportou a provação e ficou pronto para sua missão. Ou seja, experiências de tentação e fraqueza não são desconhecidas do Filho de Deus. Podemos também vencer as tentações como Jesus. É só nos lavarmos nas águas da graça, diferentemente do banho nas águas dos nossos dias ou do tempo de Noé.  “21Esta água prefigurava o batismo de agora, que vos salva também a vós, não pela purificação das impurezas do corpo, mas pela que consiste em pedir a Deus uma consciência boa, pela ressurreição de Jesus Cristo” (1Pd 3,21).


Crer -  Com a prisão de João começa a obra de Jesus. A boa nova é manifesta quando são ouvidas as primeiras palavras do Filho de Deus: “Cumpriu-se o tempo”  (Mc 1,15). Ele é a boa nova de Deus em pessoa. Os israelitas tiveram consciência dessa realidade? Nem todos. E nós? Ele não esconde que a Boa Nova exige uma resposta radical: “Fazei penitência e crede no Evangelho” (Mc 1,15). Com essas breves palavras Marcos inaugura a exposição sobre o ministério de Jesus. O poder de Jesus fica disponível aos que se abrem a ele e ao seu caminho evangélico.
Resposta - Sua morte teve um motivo: nos conduzir a Deus “18 Pois também Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados – o Justo pelos injustos – para nos conduzir a Deus (1Pd 3,18). Sabemos qual é o caminho que conduz a ele. Está em nossas mãos percorrê-lo.  15Completou-se o tempo e o Reino de Deus está próximo; fazei penitência e crede no Evangelho” (Mc 1,15). O tempo se completou, a boa nova nos foi trazida, o reino já está entre nós. Resta nossa resposta. Ela se dará por uma vida íntegra, de acordo com o Evangelho.
Que nessa quaresma não cedamos à tentação de nos omitir em relação ao que nos pede o Evangelho. Ele é o caminho para Deus. Com ele e com a Eucaristia, podemos vencer as tentações e sermos vitoriosos como Jesus.
Eu diante desta Realidade
Quarenta dias

13 Aí esteve quarenta dias. Foi tentado pelo demônio e esteve em companhia dos animais selvagens. E os anjos o serviam (Mc 1,13).

Que tipo de tentações me acontecem hoje?
Sinal de aliança

12 Deus disse: “Eis o sinal da aliança que eu faço convosco e com todos os seres vivos que vos cercam, por todas as gerações futuras:

13 Ponho o meu arco nas nuvens, para que ele seja o sinal da aliança entre mim e a terra (Gn 9,12).


Como é minha aliança com Deus?
Motivo da morte de Cristo

18 Pois também Cristo morreu uma vez pelos nossos pecados – o Justo pelos injustos – para nos conduzir a Deus(1Pd 3,18).


A morte de Cristo surtiu sua finalidade para mim?
Minha prece
Senhor Jesus, morreste por meus pecados.

Morreste pelos injustos para os reconduzir a Deus.

Padeceste a morte em sua carne e foste vivificado quanto ao espírito.

Também eu serei se for fiel aos teus mandamentos,
Se amar a meu próximo como a mim mesmo.
Esta é a aliança estabelecida e a promessa feita por ti.
Senhor, ajuda-me a fazer a penitência de servir ao meu próximo, com dedicação.
Dessa forma estarei completando a missão de salvar a todos.
Eu também devo salvar pessoas.
Devo morrer para mim, para que Cristo viva,
E salve a humanidade por meu intermédio.
Ajuda-me, Senhor, a me converter e a crer mais firmemente no santo Evangelho.


[1] BERGANT, Diane, e KARRIS, Robert. Comentário Bíblico. III. Evangelhos e Atos, Cartas, Apocalipse. Trad.  Bárbara Theoto Lambert. 5 ed. São Paulo: Edições Loyola, 2010,  p. 49.

Fonte: Meritocat

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